ESTAMOS CAPTANDO RECURSOS PARA REALIZAÇÃO DO LONGA “MUNDO VELHO SEM PORTEIRA” VIA MECANISMOS DE RENÚNCIA FISCAL

O projeto de filme em longa metragem MUNDO VELHO SEM PORTEIRA está habilitado à captação de recursos pela Lei do Audiovisual (8685/93, em seu artigo 1A), dentro do mecanismo de Renúncia Fiscal, que permite que uma empresa (que recolha I.R. por Lucro Real)  destine até 3% do valor a recolher a um projeto cultural, ressarcindo-se em 100% do valor aportado.

A habilitação foi publicada no Diário Oficial da União, e o projeto é identificado pelo número Salic 17 0086.

A proponente do projeto é a empresa R DE OMOTE CARDOSO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS ME (MARANDU COMUNICAÇÕES), e está autorizada a captar R$ 874.190,00 (oitocentos e setenta e quatro mil, cento e noventa reais) para realização do projeto. A direção será de Rogério Takashi e a produção executiva, de José Adalto Cardoso

Estão cotados (NÂO contatados) atores do porte de Wladimir Brichta, Jackson Antunes, Gorete Milagres (criadora do personagem televisivo Filó), David Cardoso, Marjorie Estiano, Caio Castro, José Parisi Jr. e outros.

A empresa que aportar qualquer valor dentro do previsto na habilitação, terá sua marca presente no filme, desde os letreiros e abertura e fechamento, como no cartazes e divulgação oficial do filme, como também, se já estava no mercado na década de 50, com produtos rurais ou não, ter a marca do seu produto desfilando subliminarmente durante a ação.

Se fechada a captação até o final do ano/início de 2018, a pretensão é rodar o filme a partir de março de 2018, período em que, com a entrada do outono, o tempo fica menos chuvoso e com boa luz natural para filmagens, uma vez que o filme depende muito de cenas externas, pelas suas próprias características. O cronograma prevê um trabalho (entre preparação, captação de imagens e finalização de 6 meses, ou seja, até o segundo semestre o produto estará pronto para ser negociado (a data para lançamento vai depender do distribuidor) para lançamento nos cinemas, provavelmente em 2019.

A ação do filme acontece em 1958, épocas em que o café era a base da economia brasileira, e as fazendas mantinham colônias de agregados que prestavam serviços à propriedade, formando pequenos núcleos populacionais. O caipira pivô da história (Cido) chega, exatamente no dia em que os colonos estão preparando a festa para Santo Antônio (13 de junho de 1958) que acontecerá à noite. Apresenta-se (ninguém sabe de onde veio, mas enturma-se com facilidade, devido a sua simpatia e desembaraço) e passa a conhecer e viver os problemas da fazenda. Sempre de forma ocasional, atrapalhada, mas cheia de bons princípios, começa a “por ordem na casa”. Fica na fazenda até fevereiro de 1959, quando sai sem se despedir, da mesma forma inesperada como chegou, e vai para não se sabe onde, provavelmente viver novas aventuras.

A precisão de datas da ação do filme é proposital, para que se consiga fazer a reconstituição da época com a maior propriedade possível. Os caipiras ouvirão, pelo rádio, o jogo final da Copa do Mundo de 58, que trouxe o primeiro título mundial para o Brasil (estaremos adquirindo os direitos autorais fonográficos da narração, exatamente como foi), a festa de Santo Antônio será reconstituída com suas quadrilhas, paus-de-sebo, busca-pés, doces e guloseimas da época, além das músicas próprias, executadas em sanfona.

Num dado momento da história o caipira se indispõe com o patrão e é confinado a viver num casebre abandonado, longe de tudo, como uma espécie de castigo mas, como é protegido pela mocinha (haverá romances ingênuos e melosos, bem ao estilo da época), ganha um radinho de pilha para lhe fazer companhia, e lá passa seus dias ouvindo as duplas caipiras com músicas fantásticas da época, interpretadas por duplas como Vieira e Vieirinha, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso, Zé Fortuna e Pitangueira, Alvarenga e Ranchinho e outros (também estaremos tentando negociar os fonogramas originais). O caipira participará de tradicionais festas folclóricas, com a Folia dos Reis em janeiro de 1959. Na época se usará Biotônico Fontoura, Cera Parquetina, Leite Moça, Cafiaspirina, Gumex, Glostora, Cashmere Bouquet, Leite Ninho, Farinha Dona Benta e outros (que deverão ser pinçados de museus das empresas que fabricavam estes produtos, em um trabalho de pesquisa).

Claro que o importante no filme é a história contada, o que acontecerá de forma ágil, coerente, envolvente e, como comédia que será, cheia de gags e situações engraçadas. Mas a preocupação com a reconstituição da época como pano de fundo será levada em consideração pela produtora.

Quem fará o filme

A Produção do filme é da MARANDU COMUNICAÇÕES (R DE OMOTE CARDOSO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS ME), criada em 2012, que tem em seu currículo a produção de 2 telefilmes (A Festa dois Reis e De Cores, Músicas e Bailados, ambos abordando o tema folclore religioso, com direção de Rogério Takashi), do curta premiado O Baú (direção de Renan de Omote) e a realização anual, desde 2012, da Oficina de Técnica Cinematográfica MEU PRIMEIRO FILME/MOSTRA DO CINEASTA BATATAENSE, um projeto sócio-artístico-cultural mantido com apoio da prefeitura do município de Batatais-SP há 11 anos, além de filmes institucionais.

Produtor Executivo é o antigo cineasta José Adalto Cardoso (71 anos), que fez sua carreira como diretor cinematográfico na cultuada Boca do Cinema de São Paulo, ocasião em que dirigiu 13 longas. Em Batatais, além de outros trabalhos, criou a Oficina Meu Primeiro Filme/Mostra do Cineasta Batataense, que é realizada ininterruptamente no município de Batatais, com apoio da prefeitura local, desde 2007.

O diretor é Rogério Takashi, 31 anos, que tem em seu currículo, roteiro e direção dos curtas A Face da Vingança (2010) e Análise da Culpa (2011); direção do longa metragem experimental Meia Luz (2010) e dos telefilmes  A Festa dos Reis (2011) e De  Cores Músicas e Bailados  2012), ambos com 52 minutos de duração. Em 2010 e 2011 monitorou a quarta e quinta edições da Oficina Meu Primeiro Filme em Batatais (SP). Em 2012 mudou-se para Dourados (MS), onde produziu e dirigiu programas de televisão para canal a cabo local e para o SBT de Campo Grande, além de  ter feito trabalhos de assessoria e produção audiovisual para mandatos e campanhas políticas da região. Em 2013 fundou, com mais um sócio, a produtora de vídeo HR Filmes, especializada em eventos, filmes institucionais e publicitários. Em 2015 retorna à sua cidade de origem, Batatais, pra monitorar e coordenar as edições da Oficina e Mostra Batataense até o presente momento.

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